Artistas da arte indígena contemporânea para acompanhar

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A Artsoul selecionou 4 artistas indígenas contemporâneos para você acompanhar. Apresentamos aqui o Instagram dos artistas para iniciar seu contato com as temáticas trabalhadas por eles. Para aprofundar sua pesquisa na arte indígena, é possível visitar as obras na Bienal de São Paulo e na exposição Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea no MAM SP, ambas no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. 

Jaider Esbell: @jaider_esbell

Artista e escritor macuxi e curador da exposição Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea, aberta no MAM SP em parceria com a 34a Bienal de São Paulo. Esbell tem desempenhado um papel central na luta pela visibilidade e ocupação da arte indígena contemporânea no circuito de arte nacional. 

“Arikba, a mulher de Makunaimî”, 2020, Acrílica e posca sobre tela, 72 x 75 cm. Divulgação: Prêmio PIPA. Artista indígena.
“Arikba, a mulher de Makunaimî”, 2020, Acrílica e posca sobre tela, 72 x 75 cm. Divulgação: Prêmio PIPA.

Daiara Tukano: @daiaratukano

Vencedora do Prêmio Pipa Online 2021 e destaque na Bienal de São Paulo. De nome tradicional Duhigô, a artista faz parte do clã Uremiri Hãusiro Parameri, do povo Yepá Mahsã, também conhecido como Tukano. Baseada em rituais do seu povo, suas obras buscam revelar um universo que vai além do que nosso olhar costuma alcançar. 

“Morî’ erenkato eseru’ – Cantos para a vida”, 2020, Daiara Tukano e Jaider Esbell na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Foto de Levi Fanan.  Artista indígena.
“Morî’ erenkato eseru’ – Cantos para a vida”, 2020, Daiara Tukano e Jaider Esbell na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Foto de Levi Fanan. 
Daiara Tukano, mahá- arara vermelha, 2021. Foto: @daiaratukano. 

Uýra Sodoma: @uyrasodoma 

A artista foi destaque ao estampar a capa da Vogue Brasil. Também performou na Áustria em Agosto deste ano e está presente na Bienal de São Paulo. Possuindo uma forte relação com a mata, sua pesquisa parte dos elementos naturais e estudos de biologia. Seus trabalhos evocam saberes ancestrais indígenas, contextualizados na luta de povos originários e da população LGBTIA+. 

Uýra Sodoma. Foto: Vogue Brasil/ Hick Duarte.
Uýra Sodoma. Foto: Vogue Brasil/ Hick Duarte.

Denilson Baniwa: @denilsonbaniwa 

Artista-jaguar do povo Baniwa, natural do Rio Negro, Amazonas. É vencedor do Prêmio PIPA Online 2019 e Prêmio PIPA 2021. Baniwa se utiliza de diversas mídias como colagem e performance para justapor referências tradicionais e contemporâneas. Está presente em exposições, seminários e demais espaços de discussões em torno da vivência indígena nas artes. 

“Contatos Imediatos de Terceiro Grau”, 2021, Colagem Digital, Tamanhos variáveis. Divulgação: PIPA.
“Contatos Imediatos de Terceiro Grau”, 2021, Colagem Digital, Tamanhos variáveis. Divulgação: PIPA. 


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Fontes: Bienal de São Paulo e Prêmio PIPA. 

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Diogo Barros é curador, arte educador e crítico, formado em História da Arte, Crítica e Curadoria pela PUC SP.

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