Confira três filmes de ficção e arte para sua lista

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Ficção e arte contemporânea são um match e tanto no cinema, principalmente quando você acrescenta um toque de drama e aquela intensidade já inerente. Algumas sugestões de filmes que viraram a cabeça da crítica recentemente podem deixar seu outubro melhor. 

The Burnt Orange Heresy

A começar por The Burnt Orange Heresy, que tem até Mick Jagger no elenco, mas nada tem que ver com festa e show. Faz mais a linha criminosa mesmo, quando um crítico de arte e sua parceira são contratados para roubar uma obra rara de um conhecido colecionador.

Lançado este ano de 2020 e dirigido por Giuseppe Capotondi, o longa é baseado no livro com o mesmo nome, escrito por Charles Willford. Também estão no elenco Claes Bang, Elizabeth Debicki e Donald Sutherland. A première aconteceu no Venice International Film Festival e houve polêmica na recepção do público especializado. Pretensioso? Talvez. Original? Certamente.

Minha Obra Prima

Saindo do suspense para a comédia, “Minha Obra Prima” é, de fato, uma obra prima argentina, contando a divertida história de um pintor que já foi bem-sucedido e, agora, segue com a ajuda de um grande amigo que insiste em tentar valorizar seu trabalho no mercado. A caminhada de Renzo e Arturo faz rir, mas sem deixar de lado a emoção e outros ingredientes de um bom enredo. A tela principal acoberta todos aqueles sentimentos de frustração, arrogância, insegurança e amor que se misturam em receitas de seres humanos únicos e sensíveis.

Contradição é a palavra-chave que guia um roteiro delicado, enquanto a vida acontece em Buenos Aires e verdades são apresentadas de maneira crua a quem souber assistir com o coração. Afinal, arte e paradoxo andam de mãos dadas desde sempre.

Words and Pictures

Mas se você estiver mesmo querendo um bom romance mamão-com-açúcar – que traz perguntas interessantes sobre diferentes formas de arte, “Words and Pictures” questiona: “palavras são mentiras”? Essa é a discussão de um professor de literatura e uma professora de artes que batem de frente para discutir qual a melhor ferramenta para exprimir suas ideias ou sentimentos. Com Clive Owen e Juliette Binoche no drama central, o filme foi sucesso de bilheteria e chegou a arrecadar $3,346,257 pelo mundo.

Carol Tavares é jornalista , especializada em marketing digital com foco em cultura é co-fundadora da Associação Brasil Auê, que apóia artistas brasileiros em Barcelona.

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